segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

AO MESTRE

Do Mestre com carinho

"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão."

"A humildade exprime uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguem é superior a ninguem."

"A alegria não chega no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."

"Mudar é difícil mas é possível."

Paulo Freire

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HISTORIA SOCIAL DA CRIANÇA NO BRASIL


HISTORIA SOCIAL DA CRIANÇA NO BRASIL
CRIANÇAS DA ELITE
Quanto mais alta fosse a classe social, mais distantes estas crianças ficavam de seus pais. A amamentação era considerada tarefa exaustiva, por isto eram contratadas amas-de-leite. Eram cuidadas por professoras particulares, aias, amas, babás, criadas, etc. Estas crianças eram programadas para manter a exclusão social, ao chegar a certa idade eram afastadas de mucamas e amigos de infância filhos de escravos e enviados para estudar fora.
INDIOS
Crianças indias eram chamadas de curumins, desde cedo, ajudavam os pais no plantio, na colheita, na caça e pesca. tinham papel especifico nas aldeias. Quando completavam quetro ou cinco anos aprendiam a caçar, a andar pela floresta, a pescar e a fazer seus próprios brinquedos.
FILHOS DE ESCRAVOS
Apartir dos sete anos, as crianças filhos da escravos podiam ser separadas dos pais, e ser vendidas para trabalhar para outras familias. os nobres compravam os escravos crianças para proporcionar distraçãopara os filhos, companheoros nas brincadeiras, maus tratos eram frequêtes.
TRISTES TRÓPICOS:A INFÂNCIA BRASILEIRA O CONTEXTO COLONIAL
A criança era a base piramidal do processo de exploração da força do trabalho, nos grumentes (pequenos marinheiros) e pagens, recrutados a força em Portugal, alimentados com sobras e destinados a aplacar, via violações e extruplos, o furor sexual de uma população de degredados rumo aos trópicos.
QUAIQUER SEMELHANÇA COM A NOSSA REALIDADE ATUAL NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.

FONTE DA PESQUISA
WIKPEDIA.ORG/HISTÓRIA DAS CRIANÇAS NO BRASIL

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

postura do professor


O PROFESSOR EM SALA DE AULA


É necessário que o professor em sua didática na sala de aula construa em conjunto com seus educandos atitudes de cooperação e respeito entre os participantes do grupo, faz-se necessário que o professor tenha empatia para conquistar seus educandos, auto-estima e resiliência para saber resolver as dificuldades que surgirão ao longo da sua atuação.
Durante este semestre refletimos várias vezes a necessidade urgente que o ensino brasileiro tem de reconstruir suas práticas, através de uma formação específica, dentro das teorias construtivistas, em alguns casos faz-se necessário inclusive retornar a sala de aula, pois o ensino conta com muitos profissionais com didáticas ultrapassadas e também desmotivados pela desvalorização da educação em nosso país. Rever principalmente como o ser humano constrói o conhecimento, é necessáro também que os profissionais da educação sejam valorizados por toda a sociedade brasileira e principalmente pelo estado, que estes profissionais recebam condições dignas para atuar, pois a educação atual conta com alguns profissionais que exercem bem sua profissão basseado em uma utopia.

REFLEXÃO DE DIDÁTICA E MEDIAÇÃO

INTERAÇÃO PROFESSOR E ALUNO

Para que a interação professor aluno aconteça nos espaços escolares faz-se necessário que seja uma aprendizagem significativa e construtivista. Trata-se de um assunto que vem sendo discutido por muitos professores (as) e doutores (as) da educação. Esta visão de educação transformadora remete refletirmos o novo papel deste professor em sala de aula que não é simplesmente repassar seus saberes, como se os educandos fossem uma tábua rasa (como aborda o behavirismo ) não percebendo os conhecimentos já construidos pelos educandos não havendo assim questionamentos sendo uma educação diretiva. A educação transformadora concebe este educando ativo com suas idéias e que deve desenvolver conceitos e saiba resolver seus problemas de maneira autônoma e que através da sua atividade mental construa seus próprios conhecimentos.
Não sendo uma relação unilateral ,onde o professor transmite conteúdosidéias prontas abordando assuntos pré -determinados a um educando passivo que os memorize .
O enfoque crítico reprodutivista enfatiza o aspecto palítico com detrenimento da técnica denunciando o caráter reprodutor da escola. A escola e vista como reprodutora porque fornece as diferentes classes e grupos sociais formas de conhecimentos ,habilidades e cultura que não somente legitíma a cultura dominante ,mas também direcionam os alunos para postos diferenciados na força do trabalho(Girox, 1988).
Para que aconteça está interação de forma eficaz o professor deverá adotar uma postura humanista onde as vivências ,crenças ,valores e cultura dos educandos sejam instrumentos para a didática afetando positivamente a vida do educando havendo nessa relação diálogo onde ambos discutam permitindo que o educando opere mentamente sobre o objeto e as situações que se encontrarem ao longo de suas vidas sendo críticos, questiónadores ,refletindo não aceitando tudo o que vêem e agindo da mesma forma que o outro sem crítica.
Algo que é importante de ressaltarmos é a postura de autoridade e não autoritarismo esteja tranparente nessa relação . Que o educando veja o professor como orientador e incentivador no ensino aprendizagem e não como um professor que impõem aos educando o que quer ouvir de resposta mas fazendo o educando incorporar a autoridade do professor como aliada no processo da aprendizagem que estimula ,incentiva, orienta, reforça acertos, mostra falhas e ajuda a corrigi-las de maneira constritiva e continuada. É com essa autoridade que o professor mostrará caminhos e perspectivas aos educandos para desenvolverem suas potencialidades de forma harmoniosa havendo participação mútua entre o grupo e o professor. O Professor Olivier Reboul expressa: " O verdadeiro educador compreende que a autoridad por ele exercida não é a sua mostra ,por toda a sua conduta ,que não é detentor da autoridade sobre ,mas o testemunho. Essa autoridade é da humanidade sobre todos os homens ,da razão , da ciência, da arte, da cosciência, o papel do educador não confisca-la mas atesta-lá, se lhes corrige as faltas (dos alunos), admite ser tamb´m corrigido , se exige que dêem razão de seus atos ,admite quelhe peçam a razão dos seus. Não está acima deles ,está com eles".
A disciplina é outro elemento fundamental na interação ensino aprendizagem dos educandos é ela que medírá as discissões do grupo frente as questões a serem tratadas havendo respeito e sabendo agir de forma inteligente perante o diferente construindo autonomia dos educandos.
A Professora Terezinha Fram afirma: " Que a disciplina é a formação interior de comportamento inteligente que sabe se dirigir ,que sabe definir os seus objetivos e que sabe encontrar os melhores meios para atingir esses objetivos".
Acreditamos que para haver uma aprendizagem efetiva e preciso que o professor trilhe caminhos definidos e auto -atividade reflexiva do educando fazendo que interess-se no que querem aprender motivando e mediando dessa forma o grupo.
Para incentivar os educandos a aprender é preciso que o professor utilize recursos ou procedimentos a partir da singularidade de cada educando não ensinando todos da mesma forma sim mostrando diferentes maneiras de aprender o mesmo conteúdo ou tendo visões diferenciadas sobre determinado assunto. Para o professor Luis Alves de Mattos "a incentivação na aprendizagem não é aapenas um passo prelimiar do ciclo docente ,mas uma constante que deve permear todo o processamento dos trabalhos escolares ,através de todo o ano."
Concluímos que para haver uma interação na relação professor aluno tem que existir comprometimento integral do professor causando afetamento positivo nos educandos onde o papel passa de simplesmente ensinar uma disciplina e sim construir cidadãos reflexivos , críticos e argumentativos.




Cazaux Haydt, Regina Célia
Curso de Didática Geral Cap 3:
Interação professor -aluno
Editora :Ótica 7ª edição
6ª impressão

DIDÁTICA E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA


SOLETRANDO

BRINCADEIRA APRESENTADA SOBRE O TEXTO:
ENSINANDO A ESCRITA O PROCESSUAL E O LÚDICO

PASSARELI-lílian ghiuro


SOLETRANDO : Esta brincadeira surgiu devido a dificuldade que os alunos sentem ao escrever textos, então surgiu a idéia da brincadeira, sendo uma forma de revermos nossos conhecimentos em relação a escrita, a professora pediu que as palavras fossem do nosso grau de dificuldade, nada de palavras fáceis, a colega Celeste foi extremamente criteriosa na escolha das palavras, mas a turma pdn 21 foi surpreendente, pois demonstraram conhecimento escapando das armadilhas da escrita, eu Rosiane fui a mestre de cerimônias vestida com uma cartola , a Elisãngela fez o sorteio das bolinhas no qual mostrava a vez das colegas soletrarem as palavras, acabou tornando-se uma brincadeira bastante criativa e divertida, assim incentivando a construção correta da escrita, as colegas foram 10.

A professora Eunice demonstrou ter apreciado o trabalho, também divertiu-se muito.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

CURICULO E CULTURA

ENSINO POR CICLOS



A escola tradicional tem uma estrutura baseada em níveis de conhecimento, ignorando o desenvovimento das crianças e dos adolescentes.

Assim na tentativa de construir uma estrutura de organização escolar que dialogue e respeite as necessidades de desenvolvimento e aprendizagem das crianças e adolescentes em cada fase do seu desenvolvimento bio-psiquico e social, é necessário que as práticas pedagogicas dêem respostas de acordo com as necessidades especificas do sujeito na fase em que está vivendo ( infância, pré-adolescência e adolescência ).

Devido a estas necessidades verificou-se que a educação precisa de uma metodologia significativa, na qual respeite o ritmo de construção do conhecimento de cada sujeito, nesta perspectiva surge o esino por ciclos, com uma visão diferenciada do ensino, do qual o sujeito interage com o meio e através desta interação constrói o conhecimento e a realidade a partir da concepçaõ interdisciplinar com uma prática pedagógica flexível, voltada para o sucesso da criança e adolescente nas suas aprendizagens, Fernandes (2009). A organização da escolaridade por ciclos tem o pressuposto de que os percursos traçados por cada estudante possam ser mais individualizados, conhecendo a singularidade do sujeito.

Por sua vez o ensino seriado tem todos os conteúdos pré-determinados e pressupõe que os sujeitos aprendem tudo ao mesmo tempo e em forma de disciplinas fragmentadas não respeitando o ritmo em que que cada sujeito constrói o conhecimento.

A avaliação é representada por notas medindo o quanto o sujeito assimilou os conteúdos não vendo a construção do conhecimento como processo gradativo.

Para superar a concepção que embasa o ensino seriado faz necessário que a formação de professores tenha como referência as concepções de construção do conhecimento da aprendizagem conforme os teóricos Vygoski, Piaget e Wallon dando ênfase principalmente que alfabetizar não é somente decodificar a leitura e escrita, conhecer não é repetir conteúdos.Nesta concepção avaliar é construir o desenvolvimento integral da criança.

Formando professores com estas concepções pode-se construir uma escola de qualidade formadora de cidadãos(as), reflexivos(as) e com capacidade crítica sobre as sua condição de existência na sociedade em que vive.



FERNANDES, Claudia

Escolaridade em ciclos- Rio de Janeiro

Editora WAK, 2009.